
Partindo do princípio de que não existe doença e sim doentes, a cura tem que ser da alma. Então, percebemos que não existem verdades absolutas. O que é bom para uns pode não ser bom para outros. O bem e o mal não existem. Alguém que nos feriu deliberadamente pode (e até deve ser mesmo) muito bom para outras pessoas.
Acreditar na vida consiste em acreditar na divina presença dentro de cada um de nós e na autotransformação do ser - humano. Sócrates dizia: «- Conhece - te a ti mesmo... »
Para isso é necessário rever padrões de comportamento, sistemas de crenças, bloqueios e medos que precisam ser dissolvidos e modificados constantemente.
Para isso é necessário rever padrões de comportamento, sistemas de crenças, bloqueios e medos que precisam ser dissolvidos e modificados constantemente.
Quanto ao passado, não há nada que possamos fazer para modificá-lo. Apenas podemos guardar com carinho todos os momentos, todos mesmo, sejam os venturosos, os tristes, os difíceis e até os que nos causaram vergonha. Todos esses momentos ajudaram-nos a criar resistência, a construir e amadurecer pensamentos. Agora transformemo-os em atitudes.
Ser melhor para nós mesmos e conseqüentemente para o próximo deve ser o foco da nossa breve passagem nessa jornada.
«Particularmente isso é o que me motiva», é a proposta que faço a todos vocês.
Nossas dificuldades e doenças não procedem de agentes externos, estão bem lá dentro de nós. Os agentes externos – chefe chato, marido, mulher, sogra, aquela pessoa que você considerava amiga e te caluniou ou não foi sincera, vírus, germens – agem quando permitimos, seja baixando nossa estima, desvalorizando-nos ou baixando nossas defesas biológicas.
Uma vez que temos o diagnóstico e compreendemos nossos próprios conflitos, é hora da ação, de aplicar o remédio, já não nos basta apenas saber, é hora de fazer algo que mude a nossa vida.
Procurar continuamente o equilíbrio e nossos próprios caminhos para uma cura poderosa é o nosso dever, pois sempre servimos de exemplo para alguém, somos responsáveis pelo livre-arbítrio que nos foi outorgado e temos que prestar conta de todas as oportunidades que a vida nos deu. Da saúde a doença, nos amando e nos respeitando por todas as existências, amém. Isso é o ideal, mas o importante é que realizemos nossas tarefas com vontade e consciência. Ainda que erremos ou acertemos, o principal é saber administrar as prioridades.























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