Criei esse espaço para colocar “Algumas páginas da Minha Vida”, do meu verdadeiro “Eu”, dos pontos vulneráveis na breve passagem nessa existência, da minha personalidade intensa e profunda. Aqui descrevo minha verdadeira essência sem garras, sem medo, sem vaidade, desnudo minha alma, vivencio uma experiência mais espiritual com a intuição e percepção à flor da pele.

Nada te posso garantir - eu sou a única prova de mim...
Clarice Lispector

Amigos & leitores mais que especiais

terça-feira, 24 de julho de 2007

A Indulgência


Um sentimento, uma atitude, uma conquista, uma grandeza.
É ver o próximo com amor e compaixão; É encorajar a perseverar, a acreditar na infinita bondade de Deus que tudo vê e considera o menor arrependimento.
Silenciosa e discreta, imbuída de uma crítica particular e construtiva que funciona como propulsor encorajamento cheio de ternura, atraindo, acalmando, reerguendo e consolando.
É fraterna, caridosa, cega para com os defeitos alheios ou muda quando percebidos, não os permitindo serem expostos em detrimento do outro em público.
É um desprendimento da alma a realizar conexão cristã com um dever para com os irmãos “ainda” menos esclarecidos.
É despida de censura, malevolência e observações chocantes. Atitude que motiva, acolhe, abranda, atenua, desculpa.
É a felicidade de amar ao próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas.

sábado, 7 de julho de 2007

Faça renascer sua Fênix!!!


Quão maravilhada estou!
Recebi da minha amiga uma ligação. Ela quis me descrever em função
das minhas conquistas, o que eu represento pra ela.
Como ela é uma pessoa muito esotérica, estudiosa nos eventos místicos, 
tão carinhosa me descreveu como uma "FÊNIX".
Ela lembrou vários momentos na minha vida. 
Descrevia-me:
Tantas tragédias gregas,
"Tantos The Day Afther",
Tantos Titanics,
após tantas queimadas e
no final eu renascendo das cinzas, cortando o azul celeste em um suaaave vôo.

"Caramba, como uma Fênix"!
Eu só posso entender que estou sempre renascendo, tentando, e você?
Faça renascer sua Fênix!

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Quando o Amor Não é Recíproco


Tenho refletido muito sobre o amor. O amor é a base da vida, deve estar em tudo que realizamos. Mas o que mais tem me deixado indignada é a desonestidade emocional do ser–humano, não só com o parceiro, mas também consigo mesmo. Estar em uma relação sem o prazer da presença do outro é desonesto com os dois. Deixar que o outro adivinhe ou perceba que não estamos felizes é uma atitude covarde, que machuca, abre feridas. Muitas vezes difíceis de cicatrizar.
Somos espíritos trazendo uma enorme bagagem de outras existências, assumimos compromissos e somos responsáveis por tudo que realizamos "OU NÂO". Com a finalidade de resgates através de provas e expiações estamos aqui, mas muitas das vezes fugimos aos nossos compromissos e os adiamos inconsciente ou conscientemente. 
A vida sempre nos mostra através de sinais quais os nossos compromissos e responsabilidades, cabe a cada um de nós observarmos o que a vida está tentando nos ensinar. Somos os únicos responsáveis por nossas carências e inseguranças. Ficamos inseguros quando não nos seguramos em nós mesmos, quando não nos bastamos, quando nossas metas e objetivos não estão traçados como prioridade.
Trazemos a insegurança de outras existências, quando ainda não estamos conectados com a nossa alma. A alma que tem a sensação da segurança porque ela é o sentido da vida. Mas quando o nosso amor comete uma infelicidade, podemos nos sentir traídos, magoados, descartados e nossa auto-estima pode despencar, mas não devemos nunca permitir que nos culpe pelos seus atos inadequados.
Compreendo que amor não condiciona nada, simplesmente é. A paixão tolda a razão. A vida sempre corrige nossos enganos, mas a desilusão é difícil de superar. Quando os problemas se encontram na raiz do relacionamento, acrescentar alguma coisa é como colocar um band-aid em um câncer. Pode até dar a impressão de que as coisas estão melhores, mas um band-aid não cura um câncer.
Nunca acreditei que, mesmo os relacionamentos curtos, são uma perda de tempo. Todos os relacionamentos são o relacionamento que precisamos naquele momento. Tudo o que fazemos em todos os relacionamentos que temos nos prepara para a grande experiência de um amor total e incondicional por nós mesmos e pelos outros e nos aproxima dela. Estamos sendo preparados para algo melhor ou protegido de algo pior. Mas não é por isso que vamos passar nosso tempo de qualquer maneira ou sem nenhuma importância ao lado de alguém. As relações são inegavelmente baseadas em trocas... de afeto, respeito, carinho, compreensão, e não em interesses do ego (que é o eu pro mundo). As relações precisam nos fazer crescer, amadurecer, florescer e não "ADOECER".
Nossa passagem nesse planeta é de máxima importância em diversos aspectos. Ao passo que desenvolvemos nosso autoconhecimento, auto-estima e nos tornamos cada vez mais seguros nossas responsabilidades de encorajamento indulgente é primordial. Realizemos diariamente a indulgência que atrai, reergue ao contrário do ultraje, da omissão, da desonestidade emocional que desencoraja, afasta, magoa. Dar o melhor de nós mesmos é o mínimo que podemos deixar como lembrança.