Criei esse espaço para colocar “Algumas páginas da Minha Vida”, do meu verdadeiro “Eu”, dos pontos vulneráveis na breve passagem nessa existência, da minha personalidade intensa e profunda. Aqui descrevo minha verdadeira essência sem garras, sem medo, sem vaidade, desnudo minha alma, vivencio uma experiência mais espiritual com a intuição e percepção à flor da pele.

Nada te posso garantir - eu sou a única prova de mim...
Clarice Lispector

Amigos & leitores mais que especiais

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Benditas Foram as Minhas Lágrimas


Tenho andado distraída, mas NÃO estou impaciente e nem indecisa como dizia Renato Russo. Vejo que não vale nem um pouco a pena provar pra ninguém, ninguém mesmo a minha honra, a minha moral, a minha integridade e principalmente o quanto faço diferença.
... Quanta chance desperdicei quando o que eu mais queria era provar pra todo mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém... Mais uma do Renato Russo (isso porque tenho a honra de ser da Geração Coca-Cola). 
SER o que SOU e ESTAR onde ESTOU é o que me basta nesse momento. Não perco mais o meu tempo com quem teve oportunidade ao meu lado e não soube aproveitar. Aprendi que estar sozinha não é estar solitária, que tenho o dever comigo mesma de não dar atenção a falsas promessas, a falsos pedidos de perdão e as lágrimas de crocodilo de quem me teve fácil demais, mas não foi capaz de cuidar... (Essa foi cantada pela Paula Toller)
Paguei um alto preço por insistir em jogar pérolas aos porcos. Não, não interprete essa frase como soberba. Amo levar uma mensagem legal para as pessoas. Gostaria muito de ajudar de verdade a humanidade. Quem sabe esse é só um ensaio para a próxima encarnação. Mas descobri que existem pessoas «ainda» em estágios tão inferiores que não estão nem aí para uma conduta reta, íntegra e com base no amor. Pior, descobri que por muitas vezes, por muitos anos, convivi com um vampiro. Que sem pena nem dó sugou, sugou... me deixou sem nada, levou tudo que tenho para jogar fora. Levou o que tenho, mas não levou o que sou. Não sabe o que fazer com tanta coisa legal e bacana que construí, então, joga fora e vai vampirizar por aí. Vive da energia do outro. Tenta voltar para sugar um pouco mais, porque coisa boa não se encontra em qualquer lugar ou por vaidade não quer perder a fonte.
Sempre acreditei que as pessoas deixam um pouco de si e levam um pouco de nós. Aprendi que algumas levam muito de nós e não conseguem construir nada porque não há como brotar semente em pedra e tão pouco florescer. Mas o que deixam de si alimento e cultivo com amor, com resignação e com muita fé de que dias melhores, melhores mesmo, estão por vir. Aí meu amigo, não há semente ruim que resista ou que me faça acreditar que a vida não vale a pena, que acreditar em mim mesma é uma furada.
Acredito em mim, em todo o meu potencial, acredito no amor incondicional por mim mesma e pelo próximo, acredito na vida, em Deus, nos abnegados amigos espirituais, nos amigos que cultivei aqui, acredito no tempo que tudo resolve e se encarrega de colocar no seu devido lugar e na Justiça Divina que nunca falha.
Uma forte intuição me guia por caminhos ainda não percorridos, para o retorno de um amor que nunca deixou de ser, para uma vida de paz, uma nova consciência, para terminar de realizar o que me trouxe até aqui. Cheiro de vida, de renovação. Página virada, lição que aprendi. Deus, a vida,  tudo tão perfeito, tudo tinha um motivo de ser e de estar acontecendo.
Benditas foram às lágrimas que derramei! Com elas deixo de cometer os mesmos erros, expurgo da minha vida todas as mentiras, o abandono, o abuso. Elas definitivamente me libertam de todo engano, por isso todas as noites não deixo de dizer:
- Oh, mestre fazei que eu procure mais consolar que ser consolada
Compreender que ser compreendida
Amar que ser amada
Pois é dando que se recebe
É perdoando que sou perdoada
E é morrendo que se vive para a vida eterna... Graças a Deus.

Quando não ouvi meu coração, que o tempo inteiro me sinalizava que algo estava errado, abri brechas, baixei meu padrão e permiti a visita da dor. Atraí para minha vida tais acontecimentos. Se funcionou dessa forma, esse é um sinal que sou responsável por tudo àquilo que penso, que sinto, que acredito. Então penso, sei, quero, consigo, sou e visualizo-me FELIZ e pronto!

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Conviver é Preciso


Viver em conjunto é com certeza a mais difícil ciência, mas o mais interessante é o quanto precisamos desse intercâmbio. Estamos biológica e espiritualmente condicionados a essa máxima da lei.
Quando nos isolamos nossa vida perde o sentido. A base da vida é a constante troca, recebemos do próximo algo que não temos e doamos o que neles foi negado pela natureza. Isso é o manifesto DIVINO para desenvolvermos o Amor que já habita na nossa Alma.
A convivência nos transforma com o exercício da fraternidade e entrosamento das qualidades mútuas. O aprimoramento humano contribui socialmente através dos lares, bairros, cidades, estados, toda uma nação, O PLANETA – em processo de evolução.
Quando não respeitamos os direitos dos que convivem conosco em nosso próprio lar, rompemos a nossa própria paz. Palavras desagradáveis e silêncio que desaponta não estão em conformidade com o bom senso que equilibra a alma.
A felicidade depende de uma cadeia: Compreensão que gera CARIDADE e caridade que gera AMOR.
Quando vivemos em amor nossa existência faz diferença, passamos a ter luz própria. Somos responsáveis por tudo àquilo que nos atrai e ao que somos atraídos, aprendemos muito mais sobre o amor em toda sua plenitude através da convivência.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

O Correto é Ser Honesto


Em uma manhã comum no início da semana, acordei e fiz tudo que todos os dias costumo fazer antes de sair para trabalhar. Procuro cercar-me de todos os cuidados que uma mãe zelosa possui. Cuido para que fiquem seguros e tranqüilos. Não deixo também de olhar no espelho e afirmar:
- Hoje eu sou feliz porque eu quero, eu posso e eu consigo!
- Eu sou paz, eu sou amor, eu sou luz!
Assim saio para mais um dia de trabalho GRAÇAS A DEUS. No caminho penso em meus projetos, em novos temas para os próximos textos, nas dificuldades já vencidas e superadas. A cada pensamento agradeço a Deus e aos amigos espirituais. Ah, como é bom contar com a companhia de tão abnegados companheiros!
Mas, naquela manhã comum como comecei a contar no início, descendo as escadas da passarela em plena Praça Onze, quase que piso em um aparelho de celular. Ao pegá-lo, olhei em volta para ver se alguém estava procurando por ele. As pessoas passavam apressadas, não pareciam dar falta de absolutamente nada. Coloquei-o na bolsa e entrei na empresa. Que sensação desagradável! Sentia-me inquieta e preocupada, pois se fosse eu que tivesse perdido estaria triste. Contei para duas colegas de trabalho que de imediato disseram:
- Calma, você só achou, se ninguém reclamar a falta fica pra você. Achado não é roubado.
O dia passou, fui pra casa e ninguém ligou. Era um aparelho moderno, com câmera e meus dois filhos vislumbraram a possibilidade de ficar com ele. Aliás, chegaram a colocar em pauta qual dos dois seria o novo dono.
- Mãe, se não ligaram até agora não vão ligar mais. Pôxa, deixa ficar com a gente!
Eu logo vi uma ótima oportunidade para na prática, dar um bom exemplo aos meus dois amados filhos. Quando já estávamos todos em casa reunidos, depois de conversar sobre o assunto com as crianças, ou melhor, de usar a situação como uma lição de casa para os dois jovenzinhos, o telefone tocou e era a mãe do rapaz que perdeu o celular.
No dia seguinte bem cedo, conforme o combinado, encontrei com a mãe do rapaz em frente à empresa que trabalho para entregar o aparelho. Eis que um rosto iluminado abriu um belo sorriso e os braços em um gesto de agradecimento. Trocamos telefone e e-mail. Sinceramente foi prazeroso, porém, acho que cumpri uma obrigação com aquela senhora, com o filho dela, com meus filhos e comigo. Não fiz nenhum favor.
Quando a Sra. Celimar ligou para o celular perdido, o mesmo tocou e foi devolvido ao seu único dono. Muitas vezes, pessoas perdem a vergonha na cara, a moral, a ética e não escutam seu próprio coração e a voz da consciência tocando como o telefone do filho da Sra. Celimar, nos sinalizando que o que vale na vida são as boas atitudes e pensamentos de refazimento moral, que edificam o SER. Tomar a atitude correta é o único caminho para as verdadeiras conquistas. ATITUDE É TUDO! Quando nos determinamos a fazer o correto em todas as áreas da nossa vida modificamos padrões e atraímos acontecimentos e pessoas que nos motivam cada vez mais.
Conheço uma pessoa que foi assaltada e levaram a sua bolsa com muitos pertences, incluindo o celular. Quando ela ligou na tentativa de recuperar pelo menos os documentos, do outro lado uma voz disse assim:
- Perdeu!
Eu é que não podia perder essa oportunidade de conhecer a Sra. Celimar, de mostrar aos meus filhos que temos que cumprir o nosso papel nesse mundinho em que pessoas tão facilmente passam outras para trás...

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Vivemos em um Planeta já em fase de REGENERAÇÃO...



Gosto de parar para pensar na atual condição do nosso Planeta, em fase de transição e cheinho de oportunidades.
Planeta Terra – Planeta já em fase de regeneração. Estamos aqui por nossas imperfeições. Depende de nós essa transição planetária, da nossa reforma íntima diante das nossas PROVAS por nós escolhidas antes de renascermos (reencarnarmos) e das EXPIAÇÕES impostas por vontade Divina em prol do nosso reajuste.
Deus com sua infinita bondade concede ao homem a faculdade da reparação e não condena irrevogavelmente.
Nem todo sofrimento suportado neste mundo é necessariamente uma falta determinada, são freqüentemente simples provas escolhidas pelo Espírito para acabar sua depuração e apressar seu adiantamento.
A expiação serve sempre de prova, mas nem toda prova é expiação. O que é perfeito não tem necessidade de ser provado. Onde há prova e ou expiação é sinal de que há imperfeição. O sofrimento sem lamentações pode sem dúvida, ser uma expiação, mas é o indício de que ele foi antes escolhido voluntariamente do que imposto, e a prova de uma forte resolução, o que é um sinal de progresso.
Com a pluralidade das existências os Espíritos se despojam pouco a pouco de suas imperfeições. Quando bem suportadas, as provas da vida adiantam, como expiações elas apagam as faltas e purificam.
Limpamos nossas chagas e somos curados através das provas por nós mesmo escolhidas e das expiações impostas. Depende de nós tornarmos o sofrimento proveitoso e edificante.
É, quando penso na atual condição do nosso Planeta, vejo que tudo depende de nós.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

A Inveja




Sentimento pequeno que corrói lentamente quem dela vive. O invejoso é aquele que não se basta e tem a certeza que seria mais feliz com aquilo que não é dele, que pertence ao outro. Conheço muita gente que queria ter o marido de alguém, o talento, a criatividade. Sem contar com os dotes físicos e coisas materiais. Vivem agoniados, perseguem suas vítimas. Sim, suas vítimas. Vítimas do veneno mental, verbal e de toda essa magia que se plasma ao redor de quem o recebe. Esse é um clássico caso de obsessão entre encarnados. Lastimável e real.
O invejoso é vítima de si próprio, vive um interminável desgaste de auto-obsessão. Falo da inveja grave, do grande problema de quem não reconhece o quanto precisa de uma cura poderosa.
Reconhecer os pontos fracos e trabalhar para superá-los é uma experiência enriquecedora e altamente construtiva, embora essa atitude cause inveja, vale a pena.
Tenho percebido que a ciência, a medicina, a tecnologia e outros setores crescem a cada dia, mas o ser-humano parece não evoluir na mesma proporção. Os meios de comunicação cresceram em massa, com isso encontrar, reencontrar e fazer novos amigos tem sido mágico. Porém tornamo-nos algozes de alguns invejosos que tem utilizado esses meios para vomitarem seus despeitos, suas insatisfações com nossas conquistas, sua quase que incurável inveja. Criam perfis, clones e começam um joguinho de calúnias e difamações desabafando com injúrias seus conflitos, insucessos e frustrações. Comportam-se como pessoas que se fossem trabalhar em um circo jamais seriam palhaços e sim paquidermes ensaiados.
Hoje em dia temos muitos meios para trabalhar questões internas mal resolvidas, até mesmo para quem não tem recursos financeiros. Universidades disponibilizam seus alunos em estágios monitorados por professores altamente capacitados, tratamentos holísticos, espirituais, com florais, reiki... basta querer sair dessa tripe e conquistar o próprio espaço, reconhecer os próprios talentos, encontrar o SEU parceiro, fazer amigos verdadeiros, escrever sua própria história, sair de uma eterna fuga, parar de culpar o outro por estar como e onde está.
Sempre sentimos o que é nosso de fato e direito. O invejoso fica desiludido porque quis criar a ilusão. Quando assumimos nossa real personalidade atraímos pessoas que vão nos amar e admirar como somos. Fingir que somos alguém que desejaríamos ser vai nos colocar em situações embaraçosas e desnecessárias. Por esse motivo o invejoso sofre, quer ser e ter o que não é real. Alguns recolhem-se e tomam a consciência da necessidade de mudança de padrões, outros viram insensatos perseguidores espalhando suas pragas que assolam a humanidade.
Orar e vigiar sempre é o melhor remédio para os invejosos e invejados. Usar os meios de comunicação com sabedoria é obrigação de cada um de nós e arte para bem poucos.

A Grandeza do Ser


Diante dos últimos acontecimentos a única certeza que me ocorre nesse momento é que sou “Mutante”. Vivo em contínua transformação. Essa é a parte mais interessante da vida. Reagir de forma diferente, aprimorar atitudes, filtrar pensamentos, modificar velhos padrões, crescer com as adversidades, não cometer os mesmos erros, mergulhar fundo em prol de uma reforma íntima e moral. Caminhar em direção a totalidade do “Ser”, faz à existência nesse planeta valer à pena.
Considero abusivo estacionar diante da grandeza do “Ser”, é desperdiçar a vida e negar a Essência Divina que habita em cada um de nós. 
Sou livre para modificar em mim tudo aquilo que já não serve mais, crenças, costumes, apegos, atitudes. Hoje sou bem melhor que em qualquer outro momento do passado, sou mais segura, mais confiante, minha intuição aflorou à medida que passei a confiar mais em mim, no que sinto e no que vejo. Porém, diante do que está por vir “sou ainda” pequena muda querendo desabrochar, crescer, florescer...
Carrego na bagagem meus ideais, mas confesso que muitos deles foram modificados, uns padronizados e outros otimizados. Procurei administrar meus conflitos para então, superá-los. Aprendi a deixar o “Estar” para “Ser”. Descobri assim grandezas inesperadas no meu “Ser” para quem só conhecia o “Estar”. Tive um encontro inenarrável comigo mesma. Foi aí que senti o quanto posso fazer acontecer, o quanto posso acrescentar, multiplicar, modificar.
Como um MUTANTE descobrindo a grandeza do dom da vida, da sutileza de “Ser” a Essência Divina habitando em um planeta cheinho de oportunidades para desenvolver e resgatar todo o meu potencial. E o melhor de tudo isso é tocar corações e vidas com minha pequena obra ou até mesmo arte. "A Arte de Viver", sem medo, sem garras, sem mentiras. Reunindo o que há de melhor em mim para “Ser” e desfazendo tudo que não era bom, abstraindo, desprendendo-me, desapegando... para deixar de “Estar”.
Sempre vale à pena reconhecer nosso real valor e doar tudo aquilo que verdadeiramente nos edificou. A verdadeira GRANDEZA DO SER está ligada a tenuíssimos fios ao “Amor Incondicional” por nós mesmos, por Deus, pela vida.
Viver é uma bela arte, nós escolhemos com quem, onde e como contracenar. Atuar no palco da vida terrena e deixar uma mensagem que possa servir de exemplo, referência e apoio é infinitamente mais importante que focar à atenção aos refletores.
Viver nossa própria vida, nos segurarmos em nós mesmos é uma decisão, uma determinação, que ninguém pode realizar em nosso lugar ou nos impedir de realizar.

terça-feira, 24 de julho de 2007

A Indulgência


Um sentimento, uma atitude, uma conquista, uma grandeza.
É ver o próximo com amor e compaixão; É encorajar a perseverar, a acreditar na infinita bondade de Deus que tudo vê e considera o menor arrependimento.
Silenciosa e discreta, imbuída de uma crítica particular e construtiva que funciona como propulsor encorajamento cheio de ternura, atraindo, acalmando, reerguendo e consolando.
É fraterna, caridosa, cega para com os defeitos alheios ou muda quando percebidos, não os permitindo serem expostos em detrimento do outro em público.
É um desprendimento da alma a realizar conexão cristã com um dever para com os irmãos “ainda” menos esclarecidos.
É despida de censura, malevolência e observações chocantes. Atitude que motiva, acolhe, abranda, atenua, desculpa.
É a felicidade de amar ao próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas.

sábado, 7 de julho de 2007

Faça renascer sua Fênix!!!


Quão maravilhada estou!
Recebi da minha amiga uma ligação. Ela quis me descrever em função
das minhas conquistas, o que eu represento pra ela.
Como ela é uma pessoa muito esotérica, estudiosa nos eventos místicos, 
tão carinhosa me descreveu como uma "FÊNIX".
Ela lembrou vários momentos na minha vida. 
Descrevia-me:
Tantas tragédias gregas,
"Tantos The Day Afther",
Tantos Titanics,
após tantas queimadas e
no final eu renascendo das cinzas, cortando o azul celeste em um suaaave vôo.

"Caramba, como uma Fênix"!
Eu só posso entender que estou sempre renascendo, tentando, e você?
Faça renascer sua Fênix!

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Quando o Amor Não é Recíproco


Tenho refletido muito sobre o amor. O amor é a base da vida, deve estar em tudo que realizamos. Mas o que mais tem me deixado indignada é a desonestidade emocional do ser–humano, não só com o parceiro, mas também consigo mesmo. Estar em uma relação sem o prazer da presença do outro é desonesto com os dois. Deixar que o outro adivinhe ou perceba que não estamos felizes é uma atitude covarde, que machuca, abre feridas. Muitas vezes difíceis de cicatrizar.
Somos espíritos trazendo uma enorme bagagem de outras existências, assumimos compromissos e somos responsáveis por tudo que realizamos "OU NÂO". Com a finalidade de resgates através de provas e expiações estamos aqui, mas muitas das vezes fugimos aos nossos compromissos e os adiamos inconsciente ou conscientemente. 
A vida sempre nos mostra através de sinais quais os nossos compromissos e responsabilidades, cabe a cada um de nós observarmos o que a vida está tentando nos ensinar. Somos os únicos responsáveis por nossas carências e inseguranças. Ficamos inseguros quando não nos seguramos em nós mesmos, quando não nos bastamos, quando nossas metas e objetivos não estão traçados como prioridade.
Trazemos a insegurança de outras existências, quando ainda não estamos conectados com a nossa alma. A alma que tem a sensação da segurança porque ela é o sentido da vida. Mas quando o nosso amor comete uma infelicidade, podemos nos sentir traídos, magoados, descartados e nossa auto-estima pode despencar, mas não devemos nunca permitir que nos culpe pelos seus atos inadequados.
Compreendo que amor não condiciona nada, simplesmente é. A paixão tolda a razão. A vida sempre corrige nossos enganos, mas a desilusão é difícil de superar. Quando os problemas se encontram na raiz do relacionamento, acrescentar alguma coisa é como colocar um band-aid em um câncer. Pode até dar a impressão de que as coisas estão melhores, mas um band-aid não cura um câncer.
Nunca acreditei que, mesmo os relacionamentos curtos, são uma perda de tempo. Todos os relacionamentos são o relacionamento que precisamos naquele momento. Tudo o que fazemos em todos os relacionamentos que temos nos prepara para a grande experiência de um amor total e incondicional por nós mesmos e pelos outros e nos aproxima dela. Estamos sendo preparados para algo melhor ou protegido de algo pior. Mas não é por isso que vamos passar nosso tempo de qualquer maneira ou sem nenhuma importância ao lado de alguém. As relações são inegavelmente baseadas em trocas... de afeto, respeito, carinho, compreensão, e não em interesses do ego (que é o eu pro mundo). As relações precisam nos fazer crescer, amadurecer, florescer e não "ADOECER".
Nossa passagem nesse planeta é de máxima importância em diversos aspectos. Ao passo que desenvolvemos nosso autoconhecimento, auto-estima e nos tornamos cada vez mais seguros nossas responsabilidades de encorajamento indulgente é primordial. Realizemos diariamente a indulgência que atrai, reergue ao contrário do ultraje, da omissão, da desonestidade emocional que desencoraja, afasta, magoa. Dar o melhor de nós mesmos é o mínimo que podemos deixar como lembrança.

sábado, 23 de junho de 2007

Traição


A traição tem conexão direta, “Banda Larga” com o orgulho. Vivemos em um mundo competitivo onde associamos a traição com a troca. Quando somos traídos nos sentimos trocados, inferiores e conseqüentemente "na maioria dos casos" tornamo-nos vingativos. Temos a sensação de que com a vingança vamos tirar a dor.
“Se o outro me trocou foi por um objeto melhor. Ele é mal, ele é cruel, um insensível, ele vai ver, vou me vingar...” 
Muitas vezes é até uma atitude inconsciente. A vingança torna-se um conceito de justiça.
A vida me ensinou que quando não nos valorizamos nos traímos e essa é uma forma grave de traição. Nos traímos quando não ouvimos a voz interior. Nos traímos quando permitimos que o outro nos magoe deliberadamente, mesmo sabendo que é hora de recuar.
Criamos todas as circunstâncias da nossa vida e quando nos traímos permitimos que qualquer pessoa nos traia. Somos responsáveis pela desilusão porque criamos a ilusão. Reconheço o quão é complicado na prática aceitar essa máxima. Só não é bacana continuar escondendo de nós mesmos nossos pontos fracos.
Encare a traição de forma coerente, deixe de lado o baixo astral e sinta dentro de você o que é preciso ser modificado. Com certeza quem nos trai tem “ainda” afinidade com a gente, tanto que o traidor também está se traindo. Trair é corromper:
Princípios
Vínculos
Crenças
Laços
Sentimentos...
Quando intuímos que não podemos confiar em determinada pessoa e ainda assim permitimos a passagem ou permanência da mesma em nossa vida, traímos nossa intuição, a voz interior, nosso coração. Essa é uma atitude “também” de quem acredita em culpa e acha que tem que pagar por algo errado que fez.
É incrível como cada um cria sua própria lei!
Quando nosso orgulho é ferido pela traição “na maioria dos casos” dedicamos nosso precioso tempo nos lamuriando ou planejando uma vingança “isso quando não nos vingamos interminavelmente do outro e de nós mesmos”.
Ah, que coisa horrível!
A vingança resgata nosso orgulho ferido, mas não mostra nosso real valor. A vingança faz bem para o nosso ego e o ego nada mais é do que o nosso falso eu, o eu pro mundo.
Permita-se chorar, sentir a dor, descontar no seu colchão, no seu travesseiro, mas por favor, não permita que seja para todo o sempre. Sofra com dignidade que o universo conspira a seu favor. Sentimentos inferiores nos ajudam a uma coisa “adoecer”.
A vida ensina a cada um e nos enquadra diante das nossas necessidades de aprendizado. Melhorar nosso ambiente interno é optar por qualidade de vida. Tudo que retemos causa uma descompensação psicológica. As síndromes e transtornos existem, contém e estão contidas em pessoas que retém sentimentos pequenos e mal – resolvidos no seu interior.
Todos nós estamos suscetíveis a esse tipo de comportamento quando traídos, porém todos nós usufruímos o livre arbítrio “o que nos dá a possibilidade de escolher”: Estacionar com a vingança ou evoluir com o desprendimento.
Eu já escolhi o meu caminho. E você, já escolheu o seu?

Diminuindo o Ritmo


O tempo nos revela tantas coisas, que bom!
Por esse motivo façamos bom uso do nosso tempo, aprendamos a ter certezas "não achar que temos certeza, não sentirmos que temos certeza". Quando diminuímos nosso ritmo e percebemos o que estamos sentindo nossa chance de não cair na armadilha de padrões viciosos é maior.
Vivemos uma vida instantânea, queremos acontecimentos e amores instantâneos, não gostamos de andar devagar. Por esse motivo nos machucamos e nos ferimos. Por muitas vezes antes mesmo que saibamos o sobrenome da pessoa ela já nos feriu. Tudo isso acontece quando não confiamos nos sutis sinais, na nossa intuição, passando por cima de tudo.
Passar algum tempo identificando o que sentimos nos ensina a trabalhar a autoconfiança e nos trás paz. O tempo nos dá oportunidade de nos afastarmos de situações ou pessoas que podem nos machucar.
Dar crédito aos sutis sinais e a nossa intuição é a melhor atitude com nós mesmos, é respeitarmos a nossa individualidade. Só assim obtemos a certeza do que é melhor. Jogar os problemas em cima dos outros é cômodo e fácil demais, porém não conseguimos extrair nenhum aprendizado e tão pouco estabelecer nossas próprias prioridades e responsabilidades.
Nos sentimos bem melhor quando não nos apressamos, quando respeitamos nosso próprio corpo e sentimentos. Às vezes desacelerar ou até mesmo dar marcha à ré e cair fora é o melhor que podemos fazer não só por nós como também para todos os envolvidos. Pena que quase sempre só tomamos consciência disso quando não damos nenhum crédito a nossa intuição ou aos sutis sinais. O remédio mais indicado é um passo de cada vez, sem pressa. Observar o que se passa ao nosso redor e sentir o que há dentro de nós é o caminho. "Nossa intuição nunca nos engana, essa é a máxima do nosso eu material e espiritual".
Só mudamos de etapa ou de ciclo quando adquirimos "experiência e ou maturidade" para dar início a um novo aprendizado.
Do que adianta-nos tanta aceleração? Onde vamos parar correndo tanto? Será mesmo que vamos sair do lugar? Vamos voltar ao mesmo ponto de partida, cansados, desesperançosos, tristes, angustiados, uns até revoltados "cada um com suas tendências viciosas" precisando de uma cura poderosa.
Não percamos mais tempo tão acelerados por aí, deixemos a vida ensinar tudo aquilo que é necessário para cada um de nós.
O tempo revela, o tempo cuida, o tempo leva, o tempo trás, o tempo ensina, o tempo resolve. Um dia de cada vez, sem pressa e sem medo, não vamos perder nada com isso, vamos aprender.

O Bem, O Mal & A Cura


Partindo do princípio de que não existe doença e sim doentes, a cura tem que ser da alma. Então, percebemos que não existem verdades absolutas. O que é bom para uns pode não ser bom para outros. O bem e o mal não existem. Alguém que nos feriu deliberadamente pode (e até deve ser mesmo) muito bom para outras pessoas.
Acreditar na vida consiste em acreditar na divina presença dentro de cada um de nós e na autotransformação do ser - humano. Sócrates dizia: «- Conhece - te a ti mesmo... » 
Para isso é necessário rever padrões de comportamento, sistemas de crenças, bloqueios e medos que precisam ser dissolvidos e modificados constantemente.
Quanto ao passado, não há nada que possamos fazer para modificá-lo. Apenas podemos guardar com carinho todos os momentos, todos mesmo, sejam os venturosos, os tristes, os difíceis e até os que nos causaram vergonha. Todos esses momentos ajudaram-nos a criar resistência, a construir e amadurecer pensamentos. Agora transformemo-os em atitudes.
Ser melhor para nós mesmos e conseqüentemente para o próximo deve ser o foco da nossa breve passagem nessa jornada.
«Particularmente isso é o que me motiva», é a proposta que faço a todos vocês.
Nossas dificuldades e doenças não procedem de agentes externos, estão bem lá dentro de nós. Os agentes externos – chefe chato, marido, mulher, sogra, aquela pessoa que você considerava amiga e te caluniou ou não foi sincera, vírus, germens – agem quando permitimos, seja baixando nossa estima, desvalorizando-nos ou baixando nossas defesas biológicas.
Uma vez que temos o diagnóstico e compreendemos nossos próprios conflitos, é hora da ação, de aplicar o remédio, já não nos basta apenas saber, é hora de fazer algo que mude a nossa vida.
Procurar continuamente o equilíbrio e nossos próprios caminhos para uma cura poderosa é o nosso dever, pois sempre servimos de exemplo para alguém, somos responsáveis pelo livre-arbítrio que nos foi outorgado e temos que prestar conta de todas as oportunidades que a vida nos deu. Da saúde a doença, nos amando e nos respeitando por todas as existências, amém. Isso é o ideal, mas o importante é que realizemos nossas tarefas com vontade e consciência. Ainda que erremos ou acertemos, o principal é saber administrar as prioridades.

Livre-Arbítrio


Quão maravilhoso é Deus! Pai amoroso que nos criou a sua imagem, semelhança, com sua essência e nos outorgou o livre-arbítrio. Temos a liberdade de pensar e igualmente de agir. Seríamos como máquina sem o livre-arbítrio.
Nas primeiras fases da vida nossa liberdade é quase nula, se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das nossas faculdades. Nossos instintos não nos impedem de agir com inteira liberdade, no tocante a certas coisas. A liberdade e as necessidades se ampliam com a inteligência. Quanto mais somos esclarecidos maior nossa responsabilidade quanto as nossas atitudes.
Não somos responsáveis pelo o que sentimos, mas somos responsáveis pelo o que fazemos.
O livre-arbítrio sempre estará associado à lei universal de «ação e reação» (lei do retorno). Nossas atitudes geram reação no universo. Não temos que ser bonzinhos esperando algo em troca. É nossa obrigação sermos pessoas de bem, éticas e imbuídas de valores morais.
Quando alguém opta por uma atitude inadequada conosco nem sempre a lei do retorno dar-se-á com nós mesmo. A vida se encarrega de ensiná-lo, enquadrá-lo e reajustá-lo (pela sintonia que foi criada). Essa pessoa deparar-se-á com alguém que o vai fazer sentir, viver algo igual ou parecido. Mas isso não é porque desejamos (poupemo-nos dessa aberração), é o que foi criado, plasmado no universo.
Façamos bom uso dessa dádiva divina que é o livre-arbítrio, somos os únicos responsáveis por nossas atitudes (virtuosas ou inadequadas).
Nunca podemos permitir que alguém nos culpe por suas atitudes inadequadas, bem como também ninguém é culpado pelas nossas. Estamos onde nos colocamos e somos o que pensamos.
Isso mesmo somos o que pensamos!
Então, pensar o bem, vibrar no bem, reformarmo-nos intimamente, amar ao próximo como a nós mesmos, fazer ao outro o que gostaríamos fizessem a nós. Aproxima-nos cada vez mais da totalidade da essência divina que amorosamente habita em cada um de nós.
Livre-arbítrio é algo muito sério, prestaremos contas a quem nos outorgou a liberdade de pensar e de agir. Associemos nossa liberdade à certeza de que não viemos e não permanecemos no mundo a passeio.
Nosso planeta já se encontra em fase de regeneração. Todos os acontecimentos dão-se em enorme velocidade, fazendo-se necessário uma urgente reforma íntima e moral do ser - humano. Pratiquemos o livre-arbítrio em prol de nos regenerarmos intimamente. Esse é um trabalho individual, ninguém pode fazer por nós.

O Verdadeiro Amor


Há um momento em nossas vidas em que o amor vai chegar. Sim, em nossas vidas, a pluralidade de existências é real.
Deus conduz a vida de cada um de nós e sempre faz o melhor. Antes disso, fazemos o que podemos e desistimos muitas vezes. Aprendemos com nossas experiências, em diversos corpos e existências o que fazer para prepararmo-nos para o dia mais feliz de nossas vidas – «O dia que vamos experimentar o amor verdadeiro».
Acreditar na vida é sábio, ela sempre cumpre seu papel de conduzir-nos à felicidade. Deus é vida, vida em abundância.
Quando ficamos quietos o suficiente para sentir o que se passa dentro de nós mesmos, aprendemos a reconhecer e aceitar o que estamos sentindo. Aprendemos a eliminar as falsas necessidades e tudo que atrapalha nossa busca ao amor.
Ao experiênciarmos a auto-aceitação, a tolerância, a piedade e o perdão, entramos em contato com uma cura poderosa e começamos a aprender sobre o consolo do amor.
Vivemos em um planeta de provas e expiações, por misericórdia divina estamos aqui reunidos. Ainda que vivenciemos dificuldades e problemas, é importante que estejamos reconciliados com nós mesmos, que encontremos paz renovando nossos pensamentos, realizando a cada dia a nossa reforma íntima e moral. Pedi perdão, perdoarmo-nos e agradecer aos nossos amigos físicos e espirituais que em um amplexo amigo nos auxiliam com amor a despertar. Essa atitude modifica nosso padrão vibratório e cria uma egrégora protetora ao nosso redor.
Cada pessoa atrai para si as experiências de que necessita para desenvolver seus potenciais e alcançar a maturidade. Quando alcançamos à maturidade espiritual encontramos o verdadeiro amor, que sempre habitou dentro de nós mesmos.

Paciência


Fácil é falar que somos pacientes, difícil é "Ser Paciente", principalmente com aqueles que Deus colocou no nosso caminho para serem instrumentos dos nossos sofrimentos e colocar a nossa paciência à prova.
Quão difícil é ter paciência com esses serezinhos que tanto pisam no nosso calo, colocam o dedo na nossa ferida, vivem apontando nossos defeitos, relembrando nossas desventuras e falando do passado! Esses serezinhos são fundamentais, nos ensinam tanto! Ninguém melhor que eles para falar dos nossos deslizes. Canalizemos essa energia de forma construtiva e abençoemos a oportunidade que eles nos proporcionam. Ao realizarmos isso com paciência, adquirimos valoroso aprendizado. Nas situações mais adversas praticar a paciência é sábio.
Muitas vezes não somos pacientes nem com nós mesmos. Quantos dizem: - Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim. "Síndrome de Gabriela". Nada contra as Gabrielas, minha filha é Gabriela. Isso é falta de "Paciência" para mudar o que é necessário, transformar. Não é fácil, dá trabalho, requer força de vontade e exercício diário.
Quando conseguimos respeitar nosso relóginho e passamos a ter "Paciência" com nós mesmos, passamos a ter também com o outro. Vamos parar um pouquinho para refletir: "O Mundo" precisa de socorro e ele depende de cada um de nós. Cabe a cada um fazer a sua parte com atitudes virtuosas como: A compaixão, a misericórdia, o reverenciamento e o desprendimento.
"O amor pacifica milhões de pessoas, cabe a nós ensiná-lo a quem julgamos diferente” (Mahatma Gandhi).


Ao observarmos a vida com "Paciência" uma nova paisagem agiganta-se diante de nós. Necessário se faz despirmo-nos do orgulho, da revolta, da vaidade, do "pré-conceito" e tudo aquilo que nos atrapalha, nos prende e nos cega.
Pensemos no que nos atrai e ao que somos atraídos. Tornemo-nos amorosos e uma egrégora de paz nos envolverá, atraindo situações, acontecimentos e pessoas amorosas.
A vida se compõe de mil nadas que são picadas de alfinetes que acabam por ferir. Mas há de se considerar os deveres impostos, as consolações e as compensações que temos. Então veremos que são mais numerosas as bênçãos do que os fardos.
Tudo que é nosso por vontade divina vem a nós no momento certo e de forma amorosa. Ainda que por motivos diversos, estejamos temporariamente desconectados do que Deus nos reservou, no momento exato a vontade dele prevalece sobre todas as coisas, todas mesmo.
Na vida tudo é transitório, nada é para todo o sempre, amém. Ela é composta de ciclos e cada um deles correspondente com a nossa necessidade de aprendizado. Estamos onde nos colocamos.
Sem Paciência, "sobrevivemos" ao ciclo e permanecemos estacionados até amadurecermos na escola da vida.
Com Paciência, "vivemos" cada um desses ciclos conquistando os degraus necessários ao nosso aperfeiçoamento moral. Aprendemos que não só queremos crescer como também florescer.
Se cada um fizer um pouquinho, logo o pouco vira tanto, levando em consideração que a paciência é o melhor antídoto diante de milênios passados e toda a eternidade pela frente.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Limpando As Ideias


Os pensamentos são constantes, como um passe de mágica povoam nossa mente. Cabe a nós filtrá-los antes deles formarem palavras, gestos e atitudes. Falar e fazer o que pensamos é uma atitude impulsiva e muitas vezes desequilibrada. Não devemos permitir que idéias inferiores nos escravizem nascidas dos nossos instintos negativos ou mesclas de pensamentos que entrecruzam com o nosso pelo espaço. Limpemos nossas idéias através da vigilância.
O processo de modificação de ideias, atitudes e crenças não é fácil, mas é necessário. Somos os únicos responsáveis por nossa vida e pelos padrões que criamos ou adotamos. A vida cria situações para desenvolvermos nosso potencial, nos trás exercícios, desafios e trabalho com a gente. Para nos bancarmos, tomarmos as rédeas da nossa própria vida, precisamos nos entender, fazer a nossa parte, deixar fluir forças e energias que reprimimos.
Todos nós temos força, mas o temperamento de cada um utiliza a força de forma diferente “não existe ninguém fraco”. Devemos respeitar o temperamento do próximo e aceitar o nosso evitando as máscaras “Compreendo uma falsidade como uma fraqueza”. As pessoas falsas colocam máscaras porque não se aceitam ou sentem vergonha do que pensam, do que sentem, do que fazem... As doenças têm muito haver com reprimir temperamento.
Quando nos propomos a ajudar precisamos compreender que as pessoas têm temperamento diferente do nosso. Nossa intenção deve estar direcionada em ajudar e não em querer que o outro adote comportamentos e padrões que adotaríamos.
Se nos criticam e estamos bem não absorvemos e continuamos bem, o contrário acontece quando não estamos bem, absorvemos e adoecemos “Criticar é jogar veneno energético no outro”. Estejamos atentos para o quão sério é o veneno energético.

Adolf Hitler, mediunizado pelos mentores das sombras, usou e abusou da força da palavra no evento nazista, praticando o “feitiço verbal” mais chocante e pernicioso na história do mundo. “Magia de Redenção - Ramatis”

A força mais poderosa do ser - humano é a ternura, virtude que liga as pessoas, a mais verdadeira doação e ilumina nossa aura. Expressão sutil e transparente que cativa e cria laços. Uma crítica imbuída de ternura auxilia a construção de novas idéias e ideais, muitas vezes desperta a uma nova realidade “partindo do princípio que a verdade é relativa”, uma nova consciência, quando bem aproveitada até mesmo consola...

O brilho dos olhos, o gesto das mãos, a expressão do rosto e a quietude do corpo formam um conjunto de aspecto atraente, a combinar-se mansamente com o fluido amoroso que sempre acompanha a palavra benfeitora. “Magia de redenção - Ramatis”

A vida ensina a admirarmos a nossa companhia, pois a teremos por toda a eternidade.

sábado, 16 de junho de 2007

A Vida Sempre Corrige Nossos Enganos



Chorei muito, mas era a visita da verdade, construí minhas fantasias, mas a vida destruiu-as fatalmente. Assim começou meu processo de amadurecimento, aprendendo os valores verdadeiros. Compreendi que o amor não condiciona nada, simplesmente é. A paixão tolda a razão. A vida sempre corrige nossos enganos, mas a desilusão é difícil de superar.
Quando o nosso amor comete uma infelicidade, podemos nos sentir traídos, magoados, descartados e nossa auto-estima pode despencar, mas não devemos nunca permitir que nos culpe pelos atos inadequados dos outros.
Consegui o que queria apenas para descobrir que não era como pensava! Senti-me perdida. Ou pelo menos pensei que estava perdida. Não havia nada naquele momento que minimizasse a minha dor.