Criei esse espaço para colocar “Algumas páginas da Minha Vida”, do meu verdadeiro “Eu”, dos pontos vulneráveis na breve passagem nessa existência, da minha personalidade intensa e profunda. Aqui descrevo minha verdadeira essência sem garras, sem medo, sem vaidade, desnudo minha alma, vivencio uma experiência mais espiritual com a intuição e percepção à flor da pele.

Nada te posso garantir - eu sou a única prova de mim...
Clarice Lispector

Amigos & leitores mais que especiais

sábado, 23 de junho de 2007

Traição


A traição tem conexão direta, “Banda Larga” com o orgulho. Vivemos em um mundo competitivo onde associamos a traição com a troca. Quando somos traídos nos sentimos trocados, inferiores e conseqüentemente "na maioria dos casos" tornamo-nos vingativos. Temos a sensação de que com a vingança vamos tirar a dor.
“Se o outro me trocou foi por um objeto melhor. Ele é mal, ele é cruel, um insensível, ele vai ver, vou me vingar...” 
Muitas vezes é até uma atitude inconsciente. A vingança torna-se um conceito de justiça.
A vida me ensinou que quando não nos valorizamos nos traímos e essa é uma forma grave de traição. Nos traímos quando não ouvimos a voz interior. Nos traímos quando permitimos que o outro nos magoe deliberadamente, mesmo sabendo que é hora de recuar.
Criamos todas as circunstâncias da nossa vida e quando nos traímos permitimos que qualquer pessoa nos traia. Somos responsáveis pela desilusão porque criamos a ilusão. Reconheço o quão é complicado na prática aceitar essa máxima. Só não é bacana continuar escondendo de nós mesmos nossos pontos fracos.
Encare a traição de forma coerente, deixe de lado o baixo astral e sinta dentro de você o que é preciso ser modificado. Com certeza quem nos trai tem “ainda” afinidade com a gente, tanto que o traidor também está se traindo. Trair é corromper:
Princípios
Vínculos
Crenças
Laços
Sentimentos...
Quando intuímos que não podemos confiar em determinada pessoa e ainda assim permitimos a passagem ou permanência da mesma em nossa vida, traímos nossa intuição, a voz interior, nosso coração. Essa é uma atitude “também” de quem acredita em culpa e acha que tem que pagar por algo errado que fez.
É incrível como cada um cria sua própria lei!
Quando nosso orgulho é ferido pela traição “na maioria dos casos” dedicamos nosso precioso tempo nos lamuriando ou planejando uma vingança “isso quando não nos vingamos interminavelmente do outro e de nós mesmos”.
Ah, que coisa horrível!
A vingança resgata nosso orgulho ferido, mas não mostra nosso real valor. A vingança faz bem para o nosso ego e o ego nada mais é do que o nosso falso eu, o eu pro mundo.
Permita-se chorar, sentir a dor, descontar no seu colchão, no seu travesseiro, mas por favor, não permita que seja para todo o sempre. Sofra com dignidade que o universo conspira a seu favor. Sentimentos inferiores nos ajudam a uma coisa “adoecer”.
A vida ensina a cada um e nos enquadra diante das nossas necessidades de aprendizado. Melhorar nosso ambiente interno é optar por qualidade de vida. Tudo que retemos causa uma descompensação psicológica. As síndromes e transtornos existem, contém e estão contidas em pessoas que retém sentimentos pequenos e mal – resolvidos no seu interior.
Todos nós estamos suscetíveis a esse tipo de comportamento quando traídos, porém todos nós usufruímos o livre arbítrio “o que nos dá a possibilidade de escolher”: Estacionar com a vingança ou evoluir com o desprendimento.
Eu já escolhi o meu caminho. E você, já escolheu o seu?

Diminuindo o Ritmo


O tempo nos revela tantas coisas, que bom!
Por esse motivo façamos bom uso do nosso tempo, aprendamos a ter certezas "não achar que temos certeza, não sentirmos que temos certeza". Quando diminuímos nosso ritmo e percebemos o que estamos sentindo nossa chance de não cair na armadilha de padrões viciosos é maior.
Vivemos uma vida instantânea, queremos acontecimentos e amores instantâneos, não gostamos de andar devagar. Por esse motivo nos machucamos e nos ferimos. Por muitas vezes antes mesmo que saibamos o sobrenome da pessoa ela já nos feriu. Tudo isso acontece quando não confiamos nos sutis sinais, na nossa intuição, passando por cima de tudo.
Passar algum tempo identificando o que sentimos nos ensina a trabalhar a autoconfiança e nos trás paz. O tempo nos dá oportunidade de nos afastarmos de situações ou pessoas que podem nos machucar.
Dar crédito aos sutis sinais e a nossa intuição é a melhor atitude com nós mesmos, é respeitarmos a nossa individualidade. Só assim obtemos a certeza do que é melhor. Jogar os problemas em cima dos outros é cômodo e fácil demais, porém não conseguimos extrair nenhum aprendizado e tão pouco estabelecer nossas próprias prioridades e responsabilidades.
Nos sentimos bem melhor quando não nos apressamos, quando respeitamos nosso próprio corpo e sentimentos. Às vezes desacelerar ou até mesmo dar marcha à ré e cair fora é o melhor que podemos fazer não só por nós como também para todos os envolvidos. Pena que quase sempre só tomamos consciência disso quando não damos nenhum crédito a nossa intuição ou aos sutis sinais. O remédio mais indicado é um passo de cada vez, sem pressa. Observar o que se passa ao nosso redor e sentir o que há dentro de nós é o caminho. "Nossa intuição nunca nos engana, essa é a máxima do nosso eu material e espiritual".
Só mudamos de etapa ou de ciclo quando adquirimos "experiência e ou maturidade" para dar início a um novo aprendizado.
Do que adianta-nos tanta aceleração? Onde vamos parar correndo tanto? Será mesmo que vamos sair do lugar? Vamos voltar ao mesmo ponto de partida, cansados, desesperançosos, tristes, angustiados, uns até revoltados "cada um com suas tendências viciosas" precisando de uma cura poderosa.
Não percamos mais tempo tão acelerados por aí, deixemos a vida ensinar tudo aquilo que é necessário para cada um de nós.
O tempo revela, o tempo cuida, o tempo leva, o tempo trás, o tempo ensina, o tempo resolve. Um dia de cada vez, sem pressa e sem medo, não vamos perder nada com isso, vamos aprender.

O Bem, O Mal & A Cura


Partindo do princípio de que não existe doença e sim doentes, a cura tem que ser da alma. Então, percebemos que não existem verdades absolutas. O que é bom para uns pode não ser bom para outros. O bem e o mal não existem. Alguém que nos feriu deliberadamente pode (e até deve ser mesmo) muito bom para outras pessoas.
Acreditar na vida consiste em acreditar na divina presença dentro de cada um de nós e na autotransformação do ser - humano. Sócrates dizia: «- Conhece - te a ti mesmo... » 
Para isso é necessário rever padrões de comportamento, sistemas de crenças, bloqueios e medos que precisam ser dissolvidos e modificados constantemente.
Quanto ao passado, não há nada que possamos fazer para modificá-lo. Apenas podemos guardar com carinho todos os momentos, todos mesmo, sejam os venturosos, os tristes, os difíceis e até os que nos causaram vergonha. Todos esses momentos ajudaram-nos a criar resistência, a construir e amadurecer pensamentos. Agora transformemo-os em atitudes.
Ser melhor para nós mesmos e conseqüentemente para o próximo deve ser o foco da nossa breve passagem nessa jornada.
«Particularmente isso é o que me motiva», é a proposta que faço a todos vocês.
Nossas dificuldades e doenças não procedem de agentes externos, estão bem lá dentro de nós. Os agentes externos – chefe chato, marido, mulher, sogra, aquela pessoa que você considerava amiga e te caluniou ou não foi sincera, vírus, germens – agem quando permitimos, seja baixando nossa estima, desvalorizando-nos ou baixando nossas defesas biológicas.
Uma vez que temos o diagnóstico e compreendemos nossos próprios conflitos, é hora da ação, de aplicar o remédio, já não nos basta apenas saber, é hora de fazer algo que mude a nossa vida.
Procurar continuamente o equilíbrio e nossos próprios caminhos para uma cura poderosa é o nosso dever, pois sempre servimos de exemplo para alguém, somos responsáveis pelo livre-arbítrio que nos foi outorgado e temos que prestar conta de todas as oportunidades que a vida nos deu. Da saúde a doença, nos amando e nos respeitando por todas as existências, amém. Isso é o ideal, mas o importante é que realizemos nossas tarefas com vontade e consciência. Ainda que erremos ou acertemos, o principal é saber administrar as prioridades.

Livre-Arbítrio


Quão maravilhoso é Deus! Pai amoroso que nos criou a sua imagem, semelhança, com sua essência e nos outorgou o livre-arbítrio. Temos a liberdade de pensar e igualmente de agir. Seríamos como máquina sem o livre-arbítrio.
Nas primeiras fases da vida nossa liberdade é quase nula, se desenvolve e muda de objeto com o desenvolvimento das nossas faculdades. Nossos instintos não nos impedem de agir com inteira liberdade, no tocante a certas coisas. A liberdade e as necessidades se ampliam com a inteligência. Quanto mais somos esclarecidos maior nossa responsabilidade quanto as nossas atitudes.
Não somos responsáveis pelo o que sentimos, mas somos responsáveis pelo o que fazemos.
O livre-arbítrio sempre estará associado à lei universal de «ação e reação» (lei do retorno). Nossas atitudes geram reação no universo. Não temos que ser bonzinhos esperando algo em troca. É nossa obrigação sermos pessoas de bem, éticas e imbuídas de valores morais.
Quando alguém opta por uma atitude inadequada conosco nem sempre a lei do retorno dar-se-á com nós mesmo. A vida se encarrega de ensiná-lo, enquadrá-lo e reajustá-lo (pela sintonia que foi criada). Essa pessoa deparar-se-á com alguém que o vai fazer sentir, viver algo igual ou parecido. Mas isso não é porque desejamos (poupemo-nos dessa aberração), é o que foi criado, plasmado no universo.
Façamos bom uso dessa dádiva divina que é o livre-arbítrio, somos os únicos responsáveis por nossas atitudes (virtuosas ou inadequadas).
Nunca podemos permitir que alguém nos culpe por suas atitudes inadequadas, bem como também ninguém é culpado pelas nossas. Estamos onde nos colocamos e somos o que pensamos.
Isso mesmo somos o que pensamos!
Então, pensar o bem, vibrar no bem, reformarmo-nos intimamente, amar ao próximo como a nós mesmos, fazer ao outro o que gostaríamos fizessem a nós. Aproxima-nos cada vez mais da totalidade da essência divina que amorosamente habita em cada um de nós.
Livre-arbítrio é algo muito sério, prestaremos contas a quem nos outorgou a liberdade de pensar e de agir. Associemos nossa liberdade à certeza de que não viemos e não permanecemos no mundo a passeio.
Nosso planeta já se encontra em fase de regeneração. Todos os acontecimentos dão-se em enorme velocidade, fazendo-se necessário uma urgente reforma íntima e moral do ser - humano. Pratiquemos o livre-arbítrio em prol de nos regenerarmos intimamente. Esse é um trabalho individual, ninguém pode fazer por nós.

O Verdadeiro Amor


Há um momento em nossas vidas em que o amor vai chegar. Sim, em nossas vidas, a pluralidade de existências é real.
Deus conduz a vida de cada um de nós e sempre faz o melhor. Antes disso, fazemos o que podemos e desistimos muitas vezes. Aprendemos com nossas experiências, em diversos corpos e existências o que fazer para prepararmo-nos para o dia mais feliz de nossas vidas – «O dia que vamos experimentar o amor verdadeiro».
Acreditar na vida é sábio, ela sempre cumpre seu papel de conduzir-nos à felicidade. Deus é vida, vida em abundância.
Quando ficamos quietos o suficiente para sentir o que se passa dentro de nós mesmos, aprendemos a reconhecer e aceitar o que estamos sentindo. Aprendemos a eliminar as falsas necessidades e tudo que atrapalha nossa busca ao amor.
Ao experiênciarmos a auto-aceitação, a tolerância, a piedade e o perdão, entramos em contato com uma cura poderosa e começamos a aprender sobre o consolo do amor.
Vivemos em um planeta de provas e expiações, por misericórdia divina estamos aqui reunidos. Ainda que vivenciemos dificuldades e problemas, é importante que estejamos reconciliados com nós mesmos, que encontremos paz renovando nossos pensamentos, realizando a cada dia a nossa reforma íntima e moral. Pedi perdão, perdoarmo-nos e agradecer aos nossos amigos físicos e espirituais que em um amplexo amigo nos auxiliam com amor a despertar. Essa atitude modifica nosso padrão vibratório e cria uma egrégora protetora ao nosso redor.
Cada pessoa atrai para si as experiências de que necessita para desenvolver seus potenciais e alcançar a maturidade. Quando alcançamos à maturidade espiritual encontramos o verdadeiro amor, que sempre habitou dentro de nós mesmos.

Paciência


Fácil é falar que somos pacientes, difícil é "Ser Paciente", principalmente com aqueles que Deus colocou no nosso caminho para serem instrumentos dos nossos sofrimentos e colocar a nossa paciência à prova.
Quão difícil é ter paciência com esses serezinhos que tanto pisam no nosso calo, colocam o dedo na nossa ferida, vivem apontando nossos defeitos, relembrando nossas desventuras e falando do passado! Esses serezinhos são fundamentais, nos ensinam tanto! Ninguém melhor que eles para falar dos nossos deslizes. Canalizemos essa energia de forma construtiva e abençoemos a oportunidade que eles nos proporcionam. Ao realizarmos isso com paciência, adquirimos valoroso aprendizado. Nas situações mais adversas praticar a paciência é sábio.
Muitas vezes não somos pacientes nem com nós mesmos. Quantos dizem: - Eu nasci assim, eu cresci assim, vou ser sempre assim. "Síndrome de Gabriela". Nada contra as Gabrielas, minha filha é Gabriela. Isso é falta de "Paciência" para mudar o que é necessário, transformar. Não é fácil, dá trabalho, requer força de vontade e exercício diário.
Quando conseguimos respeitar nosso relóginho e passamos a ter "Paciência" com nós mesmos, passamos a ter também com o outro. Vamos parar um pouquinho para refletir: "O Mundo" precisa de socorro e ele depende de cada um de nós. Cabe a cada um fazer a sua parte com atitudes virtuosas como: A compaixão, a misericórdia, o reverenciamento e o desprendimento.
"O amor pacifica milhões de pessoas, cabe a nós ensiná-lo a quem julgamos diferente” (Mahatma Gandhi).


Ao observarmos a vida com "Paciência" uma nova paisagem agiganta-se diante de nós. Necessário se faz despirmo-nos do orgulho, da revolta, da vaidade, do "pré-conceito" e tudo aquilo que nos atrapalha, nos prende e nos cega.
Pensemos no que nos atrai e ao que somos atraídos. Tornemo-nos amorosos e uma egrégora de paz nos envolverá, atraindo situações, acontecimentos e pessoas amorosas.
A vida se compõe de mil nadas que são picadas de alfinetes que acabam por ferir. Mas há de se considerar os deveres impostos, as consolações e as compensações que temos. Então veremos que são mais numerosas as bênçãos do que os fardos.
Tudo que é nosso por vontade divina vem a nós no momento certo e de forma amorosa. Ainda que por motivos diversos, estejamos temporariamente desconectados do que Deus nos reservou, no momento exato a vontade dele prevalece sobre todas as coisas, todas mesmo.
Na vida tudo é transitório, nada é para todo o sempre, amém. Ela é composta de ciclos e cada um deles correspondente com a nossa necessidade de aprendizado. Estamos onde nos colocamos.
Sem Paciência, "sobrevivemos" ao ciclo e permanecemos estacionados até amadurecermos na escola da vida.
Com Paciência, "vivemos" cada um desses ciclos conquistando os degraus necessários ao nosso aperfeiçoamento moral. Aprendemos que não só queremos crescer como também florescer.
Se cada um fizer um pouquinho, logo o pouco vira tanto, levando em consideração que a paciência é o melhor antídoto diante de milênios passados e toda a eternidade pela frente.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Limpando As Ideias


Os pensamentos são constantes, como um passe de mágica povoam nossa mente. Cabe a nós filtrá-los antes deles formarem palavras, gestos e atitudes. Falar e fazer o que pensamos é uma atitude impulsiva e muitas vezes desequilibrada. Não devemos permitir que idéias inferiores nos escravizem nascidas dos nossos instintos negativos ou mesclas de pensamentos que entrecruzam com o nosso pelo espaço. Limpemos nossas idéias através da vigilância.
O processo de modificação de ideias, atitudes e crenças não é fácil, mas é necessário. Somos os únicos responsáveis por nossa vida e pelos padrões que criamos ou adotamos. A vida cria situações para desenvolvermos nosso potencial, nos trás exercícios, desafios e trabalho com a gente. Para nos bancarmos, tomarmos as rédeas da nossa própria vida, precisamos nos entender, fazer a nossa parte, deixar fluir forças e energias que reprimimos.
Todos nós temos força, mas o temperamento de cada um utiliza a força de forma diferente “não existe ninguém fraco”. Devemos respeitar o temperamento do próximo e aceitar o nosso evitando as máscaras “Compreendo uma falsidade como uma fraqueza”. As pessoas falsas colocam máscaras porque não se aceitam ou sentem vergonha do que pensam, do que sentem, do que fazem... As doenças têm muito haver com reprimir temperamento.
Quando nos propomos a ajudar precisamos compreender que as pessoas têm temperamento diferente do nosso. Nossa intenção deve estar direcionada em ajudar e não em querer que o outro adote comportamentos e padrões que adotaríamos.
Se nos criticam e estamos bem não absorvemos e continuamos bem, o contrário acontece quando não estamos bem, absorvemos e adoecemos “Criticar é jogar veneno energético no outro”. Estejamos atentos para o quão sério é o veneno energético.

Adolf Hitler, mediunizado pelos mentores das sombras, usou e abusou da força da palavra no evento nazista, praticando o “feitiço verbal” mais chocante e pernicioso na história do mundo. “Magia de Redenção - Ramatis”

A força mais poderosa do ser - humano é a ternura, virtude que liga as pessoas, a mais verdadeira doação e ilumina nossa aura. Expressão sutil e transparente que cativa e cria laços. Uma crítica imbuída de ternura auxilia a construção de novas idéias e ideais, muitas vezes desperta a uma nova realidade “partindo do princípio que a verdade é relativa”, uma nova consciência, quando bem aproveitada até mesmo consola...

O brilho dos olhos, o gesto das mãos, a expressão do rosto e a quietude do corpo formam um conjunto de aspecto atraente, a combinar-se mansamente com o fluido amoroso que sempre acompanha a palavra benfeitora. “Magia de redenção - Ramatis”

A vida ensina a admirarmos a nossa companhia, pois a teremos por toda a eternidade.

sábado, 16 de junho de 2007

A Vida Sempre Corrige Nossos Enganos



Chorei muito, mas era a visita da verdade, construí minhas fantasias, mas a vida destruiu-as fatalmente. Assim começou meu processo de amadurecimento, aprendendo os valores verdadeiros. Compreendi que o amor não condiciona nada, simplesmente é. A paixão tolda a razão. A vida sempre corrige nossos enganos, mas a desilusão é difícil de superar.
Quando o nosso amor comete uma infelicidade, podemos nos sentir traídos, magoados, descartados e nossa auto-estima pode despencar, mas não devemos nunca permitir que nos culpe pelos atos inadequados dos outros.
Consegui o que queria apenas para descobrir que não era como pensava! Senti-me perdida. Ou pelo menos pensei que estava perdida. Não havia nada naquele momento que minimizasse a minha dor.