
Ao perguntarem aos sete sábios da Grécia a respeito de qual é a força maior, a resposta foi unânime: “A NECESSIDADE”.
Hoje em dia temos uma grande responsabilidade histórica. Trata-se de ajudar a transformar os espectadores em atores, apoiando-os e impulsionando-os a que, por seus próprios pés, tomem o trem da evolução, saindo de Miseriápolis rumo a Si-Mesmolândia. Nossa responsabilidade é atender a essa força maior que é a necessidade do planeta, da humanidade...
A humanidade, especialmente a informatizada, está acostumada ao instantâneo:
-Aqui e agora, não quero esperar.
É certo que todos os acontecimentos estão acelerados, isso faz parte da evolução planetária, as semanas, os meses e os anos parecem menores. Mas é uma pena que as relações também. Perdeu-se muito da magia, do vislumbre e da pureza. Isso é uma opinião particular. As pessoas estão mais preocupadas em saber quanto o outro ganha, qual o cargo que ocupa, não se importam com o que sustenta seu ser.
O amor é a força transformadora por excelência, a energia que leva à evolução do universo, da sociedade e do ser humano.
Agora podemos entender melhor a mensagem revolucionária de Jesus cristo:
-Amai-vos uns aos outros.
Poucas são as relações com base no amor. Aqui nesse planetinha ainda em estágio expiatório e cheinho de provas, as relações estão baseadas nas trocas de interesses, caprichos e vaidade que a mente e espírito doente tomam como essencial.
Somos totalmente responsáveis pela vida que levamos. Tudo é questão de escolha.
Ministrei algumas palestras em 2007 e conheci muitas pessoas que me abordavam por estarem interessadas nos temas em pauta. Conheci diferentes tipos: humildes, esclarecidas, espiritualizadas, sofridas, umas em busca de respostas para questionamentos interiores, outras de refrigério pra alma. Porém chamou-me atenção as que aparentemente eram bem resolvidas, as iniciadas em algum tipo de doutrina, energia de cura, conhecedoras de tratamentos holísticos, independentes, intelectualizadas, bem sucedidas profissionalmente, mas que vivem em Miseriápolis, escravas de si e de padrões de educação repressores, ditadores. Com ênfase na rejeição do verdadeiro eu, desejos, sonhos e necessidades. Possuem a carta de alforria, mas vivem boicotando-se. Sem coragem de fazer a própria vontade, de satisfazer os desejos do coração. Vivendo como o Eremita, trancam-se, sufocam seus sentimentos e por vezes fantasiam-se do que gostariam de ser de verdade para tentarem uma relação aqui ou ali. Diante do fracasso, da falta de coragem de irem adiante nas relações e atenderem o próprio coração, seguem o atalho de uma vida boêmia, por vezes até mesmo promíscua, anestesiando-se com o álcool. Habituam-se à solidão por medo de enfrentarem uma perigosa facção (pai, mãe, ex, a opinião alheia...). Passam a conviver com altas taxas de glicose, pressão arterial. Quando o corpo emocional não está bem o corpo físico paga um alto preço.
Realizam o desejo de uma facção interna, pois na maioria dos casos lhes foi pré-determinado na infância. Confundem isso com um ideal de vida, ideal profissional, ideal político, ideal, ideal, ideal...
machucam, maltratam, massacram, traem a si mesmo e a todas as pessoas com as quais se envolvem. Necessitam de uma cura poderosa, mas ainda não perceberam como canalizar essa energia que sempre esteve ali, tão perto, dentro de si.
A maior necessidade do ser humano é aprender a se fazer feliz com pequenas atitudes que atendam o seu coração.
A maior necessidade do ser humano é aprender a se fazer feliz com pequenas atitudes que atendam o seu coração.
Aflorar a nossa verdade é uma atitude corajosa e nobre, é a necessidade do ser humano para desenvolver e trabalhar o verdadeiro eu.
A ausência do amor determina a escravidão. Sua presença nos liberta e quando flui, abundantemente, atingimos o êxtase.
Fazer o que quero é a minha lei. Essa é uma proposta perfeitamente aquariana. Atendo o meu coração. Se o outro toma uma atitude inadequada atendendo a cálculos isso não é problema meu.
Enquanto burlarmos a lei aquariana, para fazer a vontade alheia nos violentamos e permanecemos infelizes, frustrando nossos desejos mais profundos ou até mesmo deixando de fazer pequenas vontades tão nossas.
Estamos aqui para compreender a magia do amor, trabalhar o autoconhecimento, a auto-aceitação, a auto-realização.
“Todos os seres nascem iluminados, mas é preciso uma vida inteira para descobri-lo”.
Buda
Buda























Amiga,
ResponderExcluirQue a Mãe Santíssima te ilumines hoje e sempre...
Amei sua mensagem.
Seu blog é maravilhoso.
Só o amor constrói no seio para a vida éterna.
e como ele anida anda longe dos reais ideais da humanidade...
bjus de luz
Juvencio Amorim
http://www.orkut.com.br/Main#Home.aspx
e-mail:juamor_2006@yahoo.com.br
Transcender, transcendência., como ensina o ilustre Frei Leonardo Boff., O vôo da águia! Muito bom o seu texto, verdadeiro e pontual!
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