
Alforria
Libertação do cativeiro da alma
Robson Pinheiro
Pelo espírito Pai João de Aruanda
Ganhei esse livro no meu aniversário de uma amiga. Assim que abri o pacote de presente e vi o livro, acreditei que o assunto abordado fosse sobre os escravos negros alforriados pela lei Áurea – Até mesmo pelo fato de ser ditado pelo espírito Pai João de Aruanda.
Logo que comecei a leitura percebi que falava de algo maior e até então percebido por poucos – A liberdade que pode ser compreendida de diversas formas e que é a mais importante – é a libertação da alma.
É óbvio que a liberdade não é total num mundo chamado TERRA que “AINDA” saindo do estágio de provas e expiações para regeneração. Somos livres dependendo da compreensão que desenvolvemos ao longo do tempo. Precisamos entender que a liberdade é para o bem e não para o mal.
Falo do mal no sentido do desequilíbrio, dos impulsos do ser – acorrentando o homem escravo de suas próprias viciações – Somos escravos de nós mesmos – e essa escravidão é tão intensa que acaba por dominar a mente e corpo, desenvolvendo o processo da subjugação no indivíduo que por suas viciações e desequilíbrios tem a impressão de que age daquela forma justamente por ser livre, acreditando estar no exercício de sua própria vontade.
A lei Áurea foi promulgada para que os brancos libertassem os negros, mas o evangelho é a carta de alforria para todos os homens filhos de Deus. É hora de mudar. O mundo está se modificando, e a vitória em muitos aspectos, é daqueles que ousam tentar algo diferente em seus empreendimentos.
Quando acreditamos que há algo errado nosso sistema orgânico, emocional e mental forja uma crença particular de tal maneira e com tal intensidade que nos impede de ver outra coisa, a não ser aquilo que acreditamos existir.
O que precisamos compreender de uma vez por todas é que não somos um corpo que possui um espírito imortal, ao contrário, somos espíritos imortais e possuímos o corpo físico ideal para que aprendamos a conviver no mundo a começar pela convivência com nós mesmos.
Nem tudo na vida está vinculado ao merecimento, mas ao fator educativo, tão necessário a toda gente. Nem sempre o que nos ocorre resulta do peso do merecimento, que alguns usam como desculpa de auto-punição.
Somos nós que temos de enfrentar as dificuldades decorrentes de nossas próprias escolhas e tirar delas o maior proveito possível.
Devemos aprimorar a magia mental do bem e do auto-amor e não desistir jamais de trabalhar pelo bem comum.
O alto envia recursos, no entanto não recebemos o que foi pedido, mas o que é necessário para o crescimento interior.
Nossa auto-educação através do evangelho e da máxima do Cristo – Amar ao próximo como a si mesmo – deve ser uma atitude cotidiana, que é óbvio não ser nada fácil, pois para tal precisamos nos despir do orgulho, da vaidade e de todo e qualquer sentimento, emoção ou iniciativa que baixe nosso campo vibratório. Não foi à toa que o Mestre nos recomendou: - Orem e vigiem.
Sentimentos, emoções e atitudes vindos do nosso EGO – que é o nosso EU pro mundo – Nos tornam escravos de nós mesmos, dessa forma nossos verdadeiros algozes. Precisamos alforriar nossa alma. Perceber e sentir as mensagens sutis de abnegados amigos espirituais. Deixar de lado velhos padrões, velhas crenças, através de uma reforma íntima e moral, que o evangelho tão claramente nos ensina. Esse é um trabalho que ninguém pode fazer por nós.























Olá Claudia!
ResponderExcluirComo recebo suas mensagens através da comunidade Mediunidade a serviço de Deus no orkut, resolvi conhecer seu perfil e notei o link para seu blog, e cá estou fazendo uma visita. Sábias palavras, as vezes somos escravos de nós mesmos.
Tenhas uma linda tarde de paz e luz, beijokas, Beta de Santana